Manual de serviços digitais

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Sobre este documento

Baseada nos valores praticados no maior mercado de agências digitais do Brasil, a Tabela de Preços da APADi inclui os preços médios dos principais produtos e serviços dirigidos à Internet.

O objetivo deste documento é ser uma referência de mercado para que agências e clientes tenham parâmetros adequados para avaliar o custo básico das principais ações digitais.

Para a APADi, os valores apresentados neste documento são considerados justos e viáveis para que o setor se mantenha sustentável, obedecendo aos padrões de qualidade necessários.

É importante esclarecer que, ao contratar trabalhos mais complexos – como serviços especializados, pacote de ações ou itens adicionais aos contratos com fee mensal –, a APADi sugere que os valores desta tabela sejam sempre negociados entre agências e clientes.

Embora o quesito preço não deva ser o principal critério para a escolha de uma agência, temos certeza que este novo documento oferece informações essenciais para as mais frequentes negociações deste segmento.

Observações gerais

Como já detalhamos no Documento de Concorrência e Avaliação da APADi, a questão preço é apenas um dos itens que devem ser considerados para a escolha de uma agência digital. Porém, é importante que o mercado entenda que há algumas justificativas operacionais que interferem diretamente na composição dos preços praticados por cada agência. A seguir, confira alguns itens que devem ser observados com atenção.

Impostos

Há diversos tipos de agências e regimes tributários em que estas se enquadram de acordo com os serviços oferecidos. E os impostos que incidem sobre os orçamentos de cada empresa têm um peso considerável na composição de preços dos serviços prestados.

Seja pela localização física ou pelo enquadramento tributário do prestador de serviços, há muita diferença entre o percentual a ser recolhido por cada agência para um mesmo projeto. Alguns detalhes que também interferem nos orçamentos têm base na categoria municipal e federal, no sistema de retirada de lucros e até no faturamento anual da agência, entre outros fatores.

Tipos de atendimento

Existem diversos tipos de contrato que podem ser estabelecidos para a contratação de projetos digitais. Porém, entre as particularidades que mais fazem diferença na composição de preços, destacam-se dois modelos de contrato: por fee e por job.

Entre as vantagens dos contratos de longo prazo, baseados em um fee mensal, está a agilidade com que cada projeto pode ser realizado. Isso porque, ao prestar serviços contínuos para a mesma companhia, as agências eliminam várias etapas de trabalho para chegar ao entendimento de cada projeto. Outro benefício que os clientes encontram nesta modalidade de acordo é a facilidade de negociação para tarefas que não estavam inclusas na proposta inicial.

Mas nem todas empresas têm necessidades e/ou verbas que justifiquem este modelo de contratação. Neste caso, a melhor alternativa é contratar uma agência para cada job, mesmo que o preço unitário de cada ação seja um pouco superior em relação aos outros modelos de parceria.

Porém, além da possibilidade de pagar por cada tarefa isolada, as empresas bem planejadas, com visão de longo prazo para suas necessidades, ainda têm a opção de negociar pacotes de ações, com preços mais vantajosos.

Região da agência

A localização geográfica de cada agência digital é um fator que interfere diretamente sobre seus orçamentos. Cargas tributárias, salários e aluguéis são alguns pontos que podem incidir na composição de preços. Porém, a região específica em que a agência atua também tem um papel importante sobre o custo dos projetos. Isso porque algumas localidades se transformam em polos setoriais que podem onerar ou depreciar determinados projetos, de acordo com a especialidade local e com a respectiva demanda.

Particularidades sazonais

Como em todos os setores, as agências digitais também têm particularidades sazonais. Por isso, as empresas que têm um planejamento de ações mais organizado podem negociar melhores preços no primeiro trimestre de cada ano, quando a demanda de serviços digitais é menor. Em contrapartida, o último trimestre anual é sempre mais conturbado, quando a maioria das empresas necessita de diversos projetos digitais, seja em contratos por fee ou job.

Custos de software

Nem todas agências digitais têm a quantidade de software necessária para desenvolver projetos simultâneos. Por isso, o custo de software por hora acaba aumentando nestas empresas e pode onerar projetos maiores e mais complexos. Dessa forma, a APADi sugere que as empresas fiquem atentas à infraestrutura tecnológica de cada prestador de serviço. Mesmo porque nossos associados defendem o uso de ferramentas e sistemas legalizados, que exigem um elevado custo de aquisição e manutenção.

Precificação

Os preços apresentados neste documento foram calculados com base no custo médio de horas dos profissionais contratados pelas agências associadas à APADi. Mas é importante esclarecer que os clientes não devem comparar orçamentos de agências aos honorários de profissionais freelancers. Isso porque as agências digitais oferecem estrutura de atendimento, metodologias e recursos bem diferenciados.

Por isso, ao avaliar os orçamentos recebidos, as empresas devem avaliar e pesar diferenciais como equipe profissional, equipamentos, software e sistemas, instalações e outros itens que possam interferir nos custos envolvidos. Todos estes fatores incidem diretamente no custo de horas trabalhadas.

Vale lembrar que, além de oferecer resultados eficazes aos seus clientes, o objetivo de uma agência digital é obter uma remuneração capaz de gerar rentabilidade e de manter as estruturas física, tecnológica e intelectual.

Como precificar ideias

Entre as diversas etapas dos projetos desenvolvidos pelas agências digitais, o trabalho de criação é um dos itens mais complexos. Isso porque se trata de uma tarefa imensurável, pois uma boa ideia é aquela que melhor atende às necessidades do cliente. Porém, esta criação pode surgir em três minutos ou em 300 horas.

Por isso, o trabalho de criação não pode ser comparado às tarefas de um programador, por exemplo, e não pode ser orçado com base no custo de horas cobrado pelas agências. Dessa forma, não há como estabelecer pisos ou tetos para o trabalho de criação, pois esta tarefa deverá ser negociada com base no perfil da agência, do cliente e do profissional envolvido, nos custos totais das ações que envolvem a campanha e no modelo de contrato estabelecido.

Custo de produção

Nem todas agências digitais têm a quantidade de software necessária para desenvolver projetos simultâneos. Por isso, o custo de software por hora acaba aumentando nestas empresas e pode onerar projetos maiores e mais complexos. Dessa forma, a APADi sugere que as empresas fiquem atentas à infraestrutura tecnológica de cada prestador de serviço. Mesmo porque nossos associados defendem o uso de ferramentas e sistemas legalizados, que exigem um elevado custo de aquisição e manutenção.

Periodicidade da tabela

A Tabela de Preços da APADi terá revisões anuais, sempre de acordo com o comportamento do mercado e com base nos valores praticados pelas agências da região.

Manual de Preços e
Serviços Digitais APADi

Edição 01 - Dezembro 2010

Projeto editorial:
Cláudio Coelho - Cappuccino Digital
Presidente da APADi

Marcelo Abdo - Pictureweb
Vice-presidente da APADi

Paulo Centenaro - APADi
Diretor executivo

Simone Freire - Espiral Interativa
Diretora APADi

Textos e revisão:
Ana Cássia Siqueira
Alternativa de Comunicação

Projeto gráfico:
Espiral Interativa

Agracedemos ainda o apoio de diversos associados presentes nas reuniões semanais, sem os quais este projeto não teria sido realizado.

Baixe a versão 2010 completa do
Manual de Serviços Digitais APADi.

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Organização: APADI
Patrocínio: Aunica Jet KingHost
Co patrocínio: Dinamize mail sender